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segunda-feira, 29 de novembro de 2010
[curto intermézio] [editado, desculpado]
Avisam-se os leitores deste hebdomadário que o texto previsto para a edição destas segundas-feiras será dado à estampa binária na próxima segunda feira, dia 13 de Dezembro. Pelo transtorno, facilmente anulado com rojões e toque de caixa pinheirista e demais sevícias nicolinas, sentidamente se desculpam os autores deste blog Carlos Maria Brandão, Demóstenes Monteiro e Alcides Pacheco.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
12 a) - RETORNANÇA
Preclaríssimos leitores: estamos de volta depois de um longo - porém merecido - interregno de estio. Retemperámos energias, claro, e cá estamos nós para prosseguir este espaço programático.
Das várias centenas de emails que a nossa caixa recebeu, aí uns quarenta e dois perguntam - e citamos - "afinal mas que raio de blog é este?". Catorze desses ousam mesmo perguntar - e citamos - "este blog é tipo do género de quê?". Apenas dez são insultuosos. Apenas dez.
Preclaríssimos leitores: este é um blog programático. Podia ser um livro. Podia ser uma canção. Calhou ser blog por questões de mero utilitarismo dos seus criadores. Nada mais do que isso, pois então.
Se por acaso vierdes aqui à procura de humor flutuante sobre a cidade, de análises curiosas sobre a relação custo-benefícios da campanha de apresentação da marca Guimarães 2012 ou do mais recente feito desportivo do Vitória de cá, não encontrareis nada parecido. Este é , prelaríssimos leitores, um blog lento, um blog do fundo.
Oh, Guimarães é um conjunto de aproximadamente cinquenta visões da cidade. Nem mais, nem menos. Só aproximadamente. Destarte, tem este espaço data de termo certo: não prosseguirá para além dos textos propostos.
Uma grande parte destas visões encontra-se em fase de conclusão e acabamentos. Só doze ainda estão por escrever. Todas elas - escritas e por escrever - têm o seu ritmo próprio, independente da temporalidade da cidade. Juntas constituirão um programa ontológico para a cidade, prometendo acabar numa apoteose de vimaranensidade sem precedentes.
Vamos a isto, Oh Guimarães. Siga.
Das várias centenas de emails que a nossa caixa recebeu, aí uns quarenta e dois perguntam - e citamos - "afinal mas que raio de blog é este?". Catorze desses ousam mesmo perguntar - e citamos - "este blog é tipo do género de quê?". Apenas dez são insultuosos. Apenas dez.
Preclaríssimos leitores: este é um blog programático. Podia ser um livro. Podia ser uma canção. Calhou ser blog por questões de mero utilitarismo dos seus criadores. Nada mais do que isso, pois então.
Se por acaso vierdes aqui à procura de humor flutuante sobre a cidade, de análises curiosas sobre a relação custo-benefícios da campanha de apresentação da marca Guimarães 2012 ou do mais recente feito desportivo do Vitória de cá, não encontrareis nada parecido. Este é , prelaríssimos leitores, um blog lento, um blog do fundo.
Oh, Guimarães é um conjunto de aproximadamente cinquenta visões da cidade. Nem mais, nem menos. Só aproximadamente. Destarte, tem este espaço data de termo certo: não prosseguirá para além dos textos propostos.
Uma grande parte destas visões encontra-se em fase de conclusão e acabamentos. Só doze ainda estão por escrever. Todas elas - escritas e por escrever - têm o seu ritmo próprio, independente da temporalidade da cidade. Juntas constituirão um programa ontológico para a cidade, prometendo acabar numa apoteose de vimaranensidade sem precedentes.
Vamos a isto, Oh Guimarães. Siga.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
12 - INTERLÚDIO
Vacances!
Este blog tratadístico interrompe as suas actividades para um descanso estival, prometendo voltar nos inícios de Setembro ou em finais do Agosto. Alcides Pacheco vai reflectir e agrar para a sua quinta em Atães, Carlos Maria Brandão vai tentar resolver sua rinite crónica nas Termas de Caldelas e Demóstenes Monteiro vai trabalhar como estivador de Verão no porto de Dublin.
De resto e como prova de que os autores deste hebdomadário se preocupam ardentemente com os seus leitores, levante-se pois o véu sobre a próxima acção: a Fábrica de Fábricas.

A Fábrica de Fábricas edificada em lugar plano ou pouco inclinado, em Gominhães. Projecto: Prof. Arqº Carlos Maria Brandão. Ilustração: Designer Antonieta Legoretta e Madeleine. Clicar na imagem para a ver ampliada e na sua respectiva simplicidade.
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